"Um cara
saiu de dentro do espelho
E o cara tinha a minha cara
Vestia um casacão de couro,que era exatamente a roupa que eu usava
Mas não se movimentava do jeito que eu me mexia
Ele nem pensava o
que minha mente queria
Ele era meu igual, só que diferente... Meu irmão gêmeo, mas não era meu
parente
Ele me disse: "
[Paulinho
Moska]
Um
ontém que não existe mais

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Sexta-feira, Fevereiro 08, 2008
Toda essa relação entre o que passou e o que virá e nunca do que é, do que está, do aqui, do é isso, do pronto. Incontáveis decisões não tomadas aos passos desacelerados formando uma rotina insatisfeita de sons e diálogos sem porquês, tentativas frustradas de discussões impensadas e uma quase atitude de tentar ser o que nem se imagina que quer. Esse fluxo descompassado que suporta a exata noção de que as coisas vão, passam, e o tempo, e o tudo que pensamos quando não temos nada para pensar. Misto de vontades frias, cruas, calmas, esperando o que se espera por horas e não se sabe que. Vírgulas e sinônimos que não sabem, não definem, não explicam.
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